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Atleta da Seleção Brasileira de Basquete passa mal após motorista de app proibir abertura do vidro; VÍDEO

Vanessa Sassá passa mal após motorista de app proibi-la de abrir vidro do carro A atleta da Seleção Brasileira de Basquete, Vanessa Sassá, de 31 anos, vira...

Atleta da Seleção Brasileira de Basquete passa mal após motorista de app proibir abertura do vidro; VÍDEO
Atleta da Seleção Brasileira de Basquete passa mal após motorista de app proibir abertura do vidro; VÍDEO (Foto: Reprodução)

Vanessa Sassá passa mal após motorista de app proibi-la de abrir vidro do carro A atleta da Seleção Brasileira de Basquete, Vanessa Sassá, de 31 anos, viralizou nas redes sociais ao contar que passou mal durante uma corrida por aplicativo em Brasília (veja acima). Ao g1, ela explicou que costuma sentir enjoo ao andar de carro e pediu para o motorista abrir a janela. O condutor, no entanto, não permitiu que a jogadora abaixasse os vidros porque havia instalado uma película neles. "Não estou dizendo que o motorista não deveria trabalhar ou ganhar o dinheiro dele. Muito pelo contrário. O que eu questionei foi a situação. Eu estava pagando por um serviço. Não peguei uma carona, não era um favor. E, quando você paga por um serviço, espera receber as condições mínimas". ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Nascida em Santos, no litoral de São Paulo, Sassá está morando em Brasília para defender o time Cerrado Basquete. No último sábado (6), ela chamou um carro por aplicativo para voltar para casa após aproveitar o dia de folga para fazer as sobrancelhas. Vanessa Sassá passa mal após motorista de app proibir abertura do vidro Reprodução O percurso durou aproximadamente dez minutos e a atleta chegou a vomitar após chegar ao destino. O motorista não foi localizado. "Moro em Brasília há pouco tempo por conta do basquete e ainda não conheço tão bem a cidade. Fiquei aliviada por ter conseguido chegar em casa. Cheguei com bastante mal-estar, suando muito e me sentindo extremamente desconfortável. Entrei no apartamento, sentei no sofá, tomei água e tentei me recuperar. Acabei vomitando e, depois disso, o enjoo começou a diminuir gradualmente". Vidros lacrados Com milhares de visualizações nas redes sociais, o vídeo mostra que as manivelas usadas para abrir as janelas do carro estavam com um lacre escrito o seguinte: "Favor não abrir os vidros por 48 horas". Ainda nas imagens, é possível escutar o diálogo entre a jogadora e o motorista. Veja abaixo: ⛹️‍♀️Moço, você pode me tirar uma dúvida? Eu fico um pouco enjoada no carro e eu queria tentar abrir essa janela aqui. Ela não abre? 🚗É porque eu coloquei película. Eu coloquei película hoje, aí se abrir pode ser que tire a película, entendeu? ⛹️‍♀️Entendi. Tudo bem, então. É que, nossa, eu passo muito mal no carro, mas está chegando já, né? 🚗Faltam três minutos. ⛹️‍♀️Tá. Está bom, então. Sassá destacou ter feito a pergunta ao motorista porque já não estava mais aguentando o enjoo com os vidros fechados. Ela acrescentou que decidiu continuar a corrida porque estava sozinha e ficou com receio de pedir para parar no meio do trajeto e acabar passando mal na rua. Vanessa Sassá passa mal após motorista de app proibir abertura do vidro Arquivo Pessoal e Reprodução/Instagram A jogadora deu apenas uma estrela para o motorista, mas não conseguiu relatar a situação no aplicativo porque as opções não condiziam com o que ela havia passado durante a corrida. Por este motivo, a reclamação foi feita por meio de uma troca de mensagens com a Uber no Instagram. "Meu objetivo nunca foi expor ou prejudicar o motorista. O que procurei fazer foi informar uma situação que acredito que poderia ser melhor administrada pela plataforma. Inclusive, sugeri que existisse algum tipo de informação prévia sobre condições específicas do veículo para que o passageiro tenha a possibilidade de decidir se aquela corrida atende ou não às suas necessidades", destacou Sassá. Repercussão A santista afirmou que decidiu compartilhar a situação para abrir um debate e entender o que as pessoas fariam nessa situação. No entanto, a maioria dos comentários tentava encontrar uma solução para a jogadora, como comprar um carro ou tomar um remédio antes de entrar em um veículo. "Algumas pessoas disseram que eu deveria comprar um carro por ser atleta da Seleção Brasileira. Eu até brinquei que, se tivesse que comprar um carro em cada cidade ou país onde jogo, teria que abrir uma concessionária em vez de jogar basquete", disse a jogadora. Sassá destacou que a situação mostrou que as pessoas têm dificuldade de se colocar no lugar do outro. "Eu fiquei pensando que poderia não ser apenas eu. Poderia ser um idoso, uma criança, uma gestante ou alguém com alguma condição respiratória". O que diz a Uber? Por meio de nota, a Uber destacou que tanto o condutor quanto o passageiro podem cancelar uma viagem e reportar ao suporte caso não se sintam confortáveis com alguma situação. A empresa acrescentou que conta com o sistema de avaliação mútua em que a experiência em cada viagem pode ser avaliada por ambas as partes, com o objetivo de tornar as viagens cada vez melhores para toda a comunidade. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

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