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Forte São João passa por restauro e pintura com técnicas de conservação em Bertioga; veja

A restauração será feita com materiais e técnicas tradicionais. Divulgação/Prefeitura de Bertioga. O Forte São João, um dos mais importantes símbolos h...

Forte São João passa por restauro e pintura com técnicas de conservação em Bertioga; veja
Forte São João passa por restauro e pintura com técnicas de conservação em Bertioga; veja (Foto: Reprodução)

A restauração será feita com materiais e técnicas tradicionais. Divulgação/Prefeitura de Bertioga. O Forte São João, um dos mais importantes símbolos históricos de Bertioga, no litoral de São Paulo, passará por um processo de restauro e pintura. A reforma ocorre entre os dias 29 de abril a 5 de maio. Segundo a Prefeitura de Bertioga, a obra prevê o uso de cal virgem, material tradicional e utilizado em construções antigas por sua compatibilidade com estruturas históricas. A escolha atende aos critérios técnicos de conservação. Os materiais foram cedidos pelo Estúdio Sarasá, reconhecido por sua atuação em projetos de restauração em todo o país. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. O trabalho contará com acompanhamento técnico especializado, realizado em parceria com a equipe de zeladoria patrimonial do Forte. O objetivo é garantir que todas as etapas da obra sejam executadas dentro das normas de conservação, mantendo a originalidade do prédio e evitando intervenções inadequadas. Museu fechado O Forte São João é um dos principais pontos turísticos da região e desempenha papel fundamental na educação patrimonial e na memória coletiva da população. Durante o período de manutenção, o museu estará fechado. No entanto, o Parque dos Tupiniquins continuará aberto para visitação. Vídeos em alta no g1 Forte São João A primeira estrutura do Forte São João foi erguida em 1536, ainda em madeira e com outro nome, "Forte São Tiago". Entre 1551 e 1553, ele passou por uma reconstrução em alvenaria sob orientação da coroa portuguesa, consolidando-se como uma fortificação estratégica para defesa e expansão territorial. Se estabelecendo, então, como ponto militar. O local já foi palco de conflito entre os colonizadores portugueses, povos indígenas e demais invasores europeus. Para a população local, ele representa o encontro entre as diversas culturas que surgiram na região da Bertioga. Pelo seu valor histórico para a cultura brasileira e por importar em um dos principais patrimônios do Brasil Colônia e da arquitetura quinhentista, o prédio foi tombado em 19 de fevereiro de 1940 como patrimônio nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

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