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Tarcísio de Freitas fala sobre saúde, educação e escolas cívico-militares em entrevista exclusiva

"Quem não erra?", diz Tarcísio sobre erro de português em escola cívico-militar Depois da inauguração do Hospital Regional de Cruzeiro, que contou com a p...

Tarcísio de Freitas fala sobre saúde, educação e escolas cívico-militares em entrevista exclusiva
Tarcísio de Freitas fala sobre saúde, educação e escolas cívico-militares em entrevista exclusiva (Foto: Reprodução)

"Quem não erra?", diz Tarcísio sobre erro de português em escola cívico-militar Depois da inauguração do Hospital Regional de Cruzeiro, que contou com a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), a equipe da Rede Vanguarda conversou com ele em entrevista exclusiva. O governador falou sobre saúde, educação e comentou o início das aulas nas escolas que adotaram o modelo cívico-militar, incluindo sobre os erros de português feitos por monitores policiais em Caçapava. A íntegra da entrevista você confere abaixo: Hospital Regional de Cruzeiro Pergunta: O hospital regional de Cruzeiro começou a ser construído em 2022, último ano do mandato do governador João Dória, do PSDB. O senhor herdou uma obra, que tinha previsão de terminar em abril de 2024, mas o hospital ficou pronto agora, quase dois anos depois. Por que atrasou? Resposta do governador: Na verdade, nós nunca prometemos entregar dois anos antes. Olha o tamanho e a dimensão desse hospital. É uma obra de grande porte. A gente pega essa obra e resolve tocar. E a nossa previsão era entregar realmente no final de 2025 e começo de 2026, como está acontecendo. Se você pegar os registros, a gente jamais prometeu que ia ser (há dois anos), então não dá para se falar em atraso. Agora o mais importante é celebrar o que está acontecendo aqui. São 210 leitos que estão à disposição das pessoas do nosso Vale Histórico e Circuito da Fé. Observe o problema que a gente vai resolver, que nós temos aqui pacientes renais crônicos, que precisam de hemodiálise, que se deslocavam horas para fazer esse tratamento em São José dos Campos, ou em Guarulhos, ou em São Paulo, ou em Caraguatatuba. São pacientes que agora vão contar com serviço de traumatologia e ortopedia, serviços de obstetrícia de alto risco, então a gente vai poder realizar os partos de alto risco. A gente vai ter UTI neonatal, UTI adulto, neurologia, neurocirurgia, então a gente tem uma série de serviços que vão estar à disposição dos pacientes do Vale Histórico e da Fé. Pessoas que não vão mais precisar se deslocar horas para ter aquilo que poderiam ter dentro de casa. É uma forma também de atenuar a pressão que existe em outros hospitais do Vale do Paraíba, como o de Guaratinguetá, Taubaté, Lorena. Então parte dessa demanda vai ser absorvida aqui pelo hospital de Cruzeiro, que é um hospital de grande porte, e a gente melhora a assistência e permite que a gente regionalize a questão da regulação. E ai fica mais fácil a gente achar vagas para os pacientes e vaga perto de casa. Após erros de português, Tarcísio defende monitor de escola cívico-militar que escreveu 'descançar': ‘Quem não erra?’ Reprodução/TV Vanguarda Pergunta: O hospital vai atender pacientes de 17 municípios. Algumas cidades estão a 1h45 de distância. Há previsão de novos investimentos para a saúde aqui no vale histórico? Resposta do governador: A gente está fazendo uma aquisição de 200 ambulâncias que a gente vai entregar agora, provavelmente em março, para transporte de pacientes. Depois, a gente vai fazer a aquisição de mais 300 ambulâncias. E a gente vai reforçar não só os municípios do Vale do Paraíba, mas de todo o estado de SP, para que a gente possa fazer esse transporte facilitado. Agora observe, esse serviço se dá em rede. Eu estou aqui absorvendo parte da demanda, mas nem toda demanda vai vir para Cruzeiro. A partir do momento que eu tenho o hospital de Cruzeiro, então estamos abrindo vagas, por exemplo, em Taubaté, em Lorena, então pessoas vão ter acesso e vagas mair perto de casa, porque a gente descomprimiu essas unidades. Essa integração é fundamental e é nesse ponto que a regulação regionalizada vai entrar. Escola cívico-militar Pergunta: As aulas na rede estadual foram retomadas nesta segunda-feira, e com o modelo cívico-militar, que é uma das bandeiras do seu governo para a educação. Ainda na segunda, o Jornal Vanguarda exibiu duas reportagens: uma, que apresentou o projeto, explicou que ele passou por consulta a comunidade escolar, e tratou das atribuições policiais militares reformados, que atuam como monitores. Mas a segunda reportagem que ganhou maior atenção do público: dois monitores falavam sobre ordem unida dentro de sala de aula. E um deles cometia erros grosseiros de ortografia ao escrever na lousa. Ainda que não sejam professores e que não se tratasse de uma disciplina escolar, eu pergunto: é aceitável para o senhor que isso ocorra numa sala de aula, e pago com dinheiro do contribuinte? Eles foram treinados para isso, o governo acompanhou essa seleção, o governo assistiu essa palestra que eles iriam dar para estudantes em sala de aula? Resposta do governador: Quem não erra? Você trabalha com comunicação, você nunca errou? Não é palestra. Ele está ensinando ordem unida. Ele não está lá pra dar aula, ele não vai interferir em pedagogia. Ele está lá pra ensinar postura. O que ele está tentando ali: a gente vai ter uma atitude de respeito na chegada do professor, a gente vai apresentar uma turma para o professor, a gente vai cantar o hino nacional, a gente vai hastear uma bandeira. Qual o problema disso? Ele vai dar aula pros alunos, não! Pra isso nós temos os nossos professores, eles estão passando por formação continuada, a gente tem o "Multiplica", que é um programa de formação de professores. A gente tem o reforço de aprendizagem que já virou case em Harvard. Pela primeira vez SP ganhou a medalha de ouro na alfabetização porque a gente reforçou muito a alfabetização na idade certa, um trabalho conjunto do estado junto com os municípios. A gente teve o melhor resultado do Saresp que vai ser divulgado daqui a pouco. Nós estamos avançando. Por quê? A gente está melhorando as nossas escolas de tempo integral, está atuando na recuperação do aprendizado, está atuando na formação continuada dos nossos professores, está investindo na alfabetização na idade certa. Estamos investindo para ter os melhores resultados. Eu gostaria de ver, por exemplo, os alunos ficando de pé e cumprimentando o professor na chegada deles. Essa é uma questão de deferência, não tem problema nenhum. Cometer um erro no quadro, uma pena. O erro não é legal, mas eles não estão lá pra isso, eles não são professores. A gente tá procurando qualificar os nossos professores. E a gente vai atuar numa outra competência, outras habilidades, na questão do respeito, do civismo, e eu tenho certeza que no final o resultado vai ser legal. E a gente não pode crucificar uma pessoa porque ela cometeu um erro no quadro e ela não tá lá pra isso, ela não é professor. A gente vai trabalhar conteúdo com os professores mas com alunos que vão estar aprendendo pra que eles tenham mais respeito, mais civilidade, para que a gente respeite mais o professor, pra que a gente cumprimente o professor na chegada da sala de aula, pra que a gente entenda os valores dos nossos símbolos nacionais, pra que a gente desperte mais civismo. Essa é a finalidade. Não tem nada a ver com a questão pedagógica. Palavras são escritas erradas em monitoria de escola cívico-militar. Reprodução/TV Vanguarda Falta de água Pergunta: Moradores do Vale do Paraíba, especialmente de cidades como São José dos Campos, Taubaté, Caçapava, e Caraguatatuba, sofrem com a falta de água em suas casas. Isso mais de um ano depois da privatização da Sabesp - que também é uma das bandeiras do seu governo. O senhor pode dizer para quem nos assiste agora, e que enfrenta esse problema, que a privatização valeu a pena? E o que o governo vai fazer, para que esse problema acabe? Resposta do governador: Desde quando existe falta de água? Não é um assunto novo e não tem nada a ver com a privatização e essa é a primeira coisa que a gente tem que deixar claro. Por que a gente privatizou? Primeiro, para manter a Sabesp viva, porque se não, as pessoas não sabem disso, é importante esclarecer, mas os contratos com os programas dos municípios iriam se encerrar e, no final de cada contrato, cada município teria que fazer a sua licitação e fazer a sua autarquia. Ou seja, a Sabesp ia deixar de existir e a gente ia perder a lógica que sustenta a Sabesp, do investimento cruzado, onde poucos municípios sustentam muitos municípios. Esse é o primeiro ponto. Segundo ponto, a gente tinha que trazer investimentos importantes para a rede. Investimentos que estão sendo feitos. Só no Vale do Paraíba, ano passado, foram R$ 370 milhões de investimento. Agora, nós temos uma rede envelhecida, que precisa ser reabilitada, e nós temos ciclos de investimentos muito claros. A gente vai investir quase R$ 100 bilhões até 2029, na universalização do saneamento, e muitos paulistas não tinham acesso à água tratada e agora têm. A gente está tratando 5 bilhões de litros de esgoto a mais por mês. O que a gente vai fazer, a partir de agora, vai resolver problemas de natureza estrutural. E para resolver esses problemas estruturais, a gente precisa de soluções definitivas. A gente tem exatamente o que a gente vai fazer. Olha a quantidade de reservatórios que a gente tem pra contratar a partir deste ano, novas interligações de bacias, a gente está reforçando os nossos reservatórios com o Alto Tietê. Os investimentos vão nos dar mais resiliência hídrica. A gente tem uma vulnerabilidade enorme e a gente tem que combater essa vulnerabilidade. Onde é que a gente tem problema, por exemplo, é a quantidade enorme de perdas que temos na rede e essas perdas não são de hoje. São fruto de uma rede que já está com 70 anos e não teve a modernização ao longo do tempo. E isso está previsto no contrato. Então modernização, substituição e sensorização de rede, pra que a gente possa ofertar o melhor serviço. É neste caminho que a gente está indo. Pergunta: Na época da privatização o senhor chegou a afirmar que não teria aumento de tarifa, né? Teve um aumento agora no mês de janeiro 6,11%, que ficou acima da inflação que foi menos de 4,30%. De novo eu me coloco no lugar do consumidor, que escutou o senhor falando que não ia ter aumento e recebe esse aumento na conta. Resposta do governador: Isso é muito bom esclarecer, a gente disse que a tarifa da Sabesp ia sempre estar abaixo da tarifa da Sabesp pública, vou te perguntar uma coisa: a tarifa da Sabesp pública ia aumentar? Ela ia ter o reajuste inflacionário ou não? Ela ia ter o ajuste inflacionário. E aí nós temos os índices que são setoriais. O que a gente fez para proteger o cidadão, o consumidor neste caso: a gente colocou no contrato, e pouca gente sabe disso e eu nunca vi ninguém explorar isso em nenhum tipo de matéria, a curva tarifária, de acordo com o plano original de negócios da Sabesp pública, ou seja, os 55 bi até 2033. E a gente disse "a nossa nova curva tarifária vai sempre caminhar abaixo dessa curva, ou seja, o que a gente tá garantindo é que a tarifa da Sabesp privada hoje, ela é da que seria se a gente não tivesse feito esse movimento. E por quê? Porque a gente criou um fundo de apoio universalização, porque a gente aportou 30% do valor de venda nesse fundo, porque a gente deposita 100% do nosso dividendo, o dividendo do estado, que continua sendo o maior acionista da Sabesp neste fundo e isso amortece tarifa. Então a gente consegue trabalhar com patamar de tarifa mais baixo do que a tarifa da Sabesp pública. A tarifa da Sabesp pública também ia ter o mesmo acréscimo e hoje a gente tem uma tarifa que tá mais baixa do que aquela. Além disso, nós temos três faixas de tarifa social, uma que dá o desconto de 50%, uma que dá o desconto de 72% e uma que dá o desconto de 70%. Então vale a pena fazer o seguinte exercício, pega lá o que tá no anexo 5 do contrato, que é a curva tarifária da Sabesp pública, e compara com o que nós temos e vê se a gente não tá abaixo. Moradores da Zona Leste de São José estão sem água há tres dias Segurança Pública Pergunta: O senhor quando esteve no estúdio do Link Vanguarda com a gente, ainda na época da campanha, o senhor mesmo colocou a segurança pública como maior problema do Vale do Paraíba. De lá pra cá, alguns índices caíram, inclusive taxas de mortes violentas, ainda assim a nossa região continua como a mais violenta do estado, quase o dobro por 100 mil se a gente pegar e comparar com a média do estado. Por que é tão difícil baixar esses números de homicídios na nossa região? Resposta do governador: Nós temos uma questão aqui com a influência de outros estados, nós a questão que é a pior de todas que é o crime organizado, o tráfico de drogas; e aqui a gente ainda tem disputa territorial porque a maioria dos homicídios estão relacionados a disputa de pontos de venda de droga, aqui a gente não tem a hegemonia que nós temos de uma determinada facção, nós temos outras organizações que trabalham no Vale do Paraíba. Agora, a gente tá reforçando efetivo, a gente tá investindo em tecnologia, a gente tá integrando os sensores dos municípios ao muralha paulista, então a gente tá tendo uma atuação cada vez mais integrada, a gente tá investindo cada vez mais em inteligência e os indicadores estão caindo. Chegamos onde a gente quer? De jeito nenhum, estamos longe do que a gente quer, longe do que a gente almeja. É um trabalho contínuo, é um trabalho que tem que ser perene, a gente vai continuar colocando mais viatura, colocando mais efetivo, nós fizemos as maiores contratações da história, 14 mil novo policias militares foram incorporados, eles são distribuídos no estado todo inclusive no Vale do Paraíba; a gente incorporou mais de 7 mil e 100 policiais civis que também são distribuídos para todo estado mas vieram aqui pro Vale do Paraíba. E hoje, a gente tá conseguindo baixar os indicadores, estamos longe do que a gente quer, a gente sabe que não adianta a gente chegar nos menores indicadores da série histórica, se você pegar roubos em geral caiu quase 30% no Vale do Paraíba, se pegar roubo de carga teve uma redução expressiva no Vale do Paraíba, homicídio? Caiu no Vale do Paraíba. Não chegamos onde a gente quer, a gente ainda não conseguiu traduzir isso em percepção de segurança para o cidadão, enquanto isso não acontecer a gente também não vai descansar. Leia também Mortes violentas: Vale do Paraíba tem menor número da série histórica, mas segue líder no interior de SP Trem Intercidades Pergunta: O governo do estado anunciou nesta semana um pacote bilionário em relação a trem intercidades em relação à linha de Campinas - capital. Vai ser uma integração com as estações, inclusive com construção de unidades habitacionais. O pessoal a região olha isso e fala "e o lado de cá?". Quando é que vem o trem intercidades da capital para o Vale do Paraíba e se esse tipo de investimento no entorno das estações também será feito? Resposta do governador: Claro, sem dúvida. Isso é uma questão de planejamento e desenvolvimento urbano. A gente já fez o leilão do trem intercidades Campinas - São Paulo, e a gente sabe que ali vai virar um novo eixo de desenvolvimento. E é importante que a gente faça o planejamento urbano para que esse crescimento na área lindeira da ferrovia ao longo da faixa de domínio não seja desordenado e é por isso que a gente lançou ontem esse projeto centralidades, onde a gente combina planejamento urbano com a construção de unidades residenciais. Nessa faixa que vai de São Paulo até Campinas, a gente tá falando de 23 mil novas unidades, que se somam as outras 14 mil que a gente anunciou no dia de ontem e inclusive algumas que vão ser providas pela CDHU em 146 municípios do nosso estado. E a ideia é ter esse desenvolvimento integrado né, então olhar que nós vamos ter um novo vetor de desenvolvimento, a gente muda a dinâmica imobiliária quando a gente faz uma nova ferrovia, um investimento desse porte, e a gente precisa olhar pra isso pra que o crescimento não seja desordenado e a gente possa ajudar no planejamento urbano. Pergunta: Mas para o lado de cá, como é que está? Tem estudo técnico, qual é a viabilidade disso, quando que o senhor imagina que vai ser possível começar com a construção desse eixo no Vale do Paraíba? Resposta do governador: A gente hoje está desenvolvendo um projeto de engenharia daquilo que vai ser o trem intercidades São José dos Campos - São Paulo. A gente estabeleceu quatro projetos como prioridade, a gente começou com Campinas - São Paulo que já foi licitado, a gente tá com Sorocaba - São Paulo que é o próximo na fila, já tá pronto, a gente entra agora na fase de diálogo competitivo para fazer a contratação do projeto. A gente tá desenvolvendo dois projetos: o Santos - São Paulo e o São José dos Campos - São Paulo. A gente fez recentemente as concessões das linhas da CPTM 11, 12 e 13. E por que isso é importante? Porque a linha 13 vai sair lá estação Cecap/Guarulhos até o Bonsucesso e a continuidade dessa linha é o que vai nos proporcionar chegar em São José do Campos, então a gente vai usar a faixa de domínio das ferrovias existentes e vamos fazer a conexão com a linha 13 para fazer o trem intercidades São José dos Campos - São Paulo. E a partir daí, a lógica vai ser a mesma, a gente tá com outros projetos curso, por exemplo, a gente quer compartilhar da MRS e pensar num transporte de passageiros para Aparecida, principalmente pra levar passageiros na época da romaria. A gente tem que conversar com a concessionária, nós estamos fazendo os estudos de viabilidade, é difícil dar uma data agora. A gente já autorizou a licitação do trem de Campos do Jordão. A gente vai sair de Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, a gente vai poder chegar lá e tem uma previsão de investimento contingente para Pindamonhangaba. Então são projetos que estão em curso, a gente precisa resgatar o transporte ferroviário em todo estado de São Paulo e, obviamente, aqui também no Vale do Paraíba. Eleições Pergunta: Ano de eleição, não tem como não te perguntar, o seu vice hoje é o Felício Ramuth, do PSD, ex-prefeito de São José dos Campos. Ele continua na chapa para a tentativa de reeleição esse ano? Resposta do governador: Essa definição não vai ser tomada agora e nem vai ser tomada sozinha, ela vai ser tomada em conjunto com os partidos, nós vamos conversar acerca disso, o momento não é agora, o momento agora é de olhar pra frente, olhar o estado, governar. A gente tem até o período anterior das convenções, ou seja, até o período anterior a agosto pra tomar essa decisão. O que eu poso dizer é que eu sou muito grato ao trabalho que o Felício vem fazendo, considero ele um grande quadro, um grande vice-governador, tem siso um parceiro de primeira hora, foi decisivo na extinção da cracolândia, porque ele foi o gerente desse projeto e tem ajudado a gente em todas as oportunidades. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

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