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VÍDEO: ativista recebe 'mata-leão' e joelho no pescoço de GCM durante protesto contra marginal direita em Sorocaba

Ativista recebe ‘mata-leão’ de GCM durante protesto em Sorocaba (SP) Movimento Evolução Sustentável/Justiça Climática Um ativista recebeu um mata-leã...

VÍDEO: ativista recebe 'mata-leão' e joelho no pescoço de GCM durante protesto contra marginal direita em Sorocaba
VÍDEO: ativista recebe 'mata-leão' e joelho no pescoço de GCM durante protesto contra marginal direita em Sorocaba (Foto: Reprodução)

Ativista recebe ‘mata-leão’ de GCM durante protesto em Sorocaba (SP) Movimento Evolução Sustentável/Justiça Climática Um ativista recebeu um mata-leão e foi contido no chão com o joelho no pescoço por um guarda civil municipal (GCM) durante protesto em Sorocaba (SP) na sexta-feira (9). O homem, identificado como Rafael Franco, chegou a ser detido, mas foi liberado em seguida. A agressão ocorreu durante uma manifestação contra as obras da marginal do direita da Avenida Dom Aguirre. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp A Prefeitura de Sorocaba afirmou que a GCM agiu para garantir a livre circulação e que não houve cerceamento à manifestação. Leia mais no final da reportagem. Ativista recebe ‘mata-leão’ de GCM durante protesto em Sorocaba As imagens mostram um grupo de manifestantes abordando e questionando um motorista que passava pelo local. Na sequência, chegam os agentes da GCM. Enquanto falava ao megafone e questionava a presença de um técnico no local, Rafael cai sobre o capô do veículo. Nesse momento, é abordado pelo guarda com um golpe chamado de mata-leão. Assista acima. LEIA TAMBÉM Vai agravar enchentes? Prefeitura já pode construir? Veja o que se sabe sobre a construção da Marginal Direita em Sorocaba Especialistas apontam quais obras são necessárias para a contenção de enchentes na marginal do rio Sorocaba Ministério Público Federal abre inquérito para investigar obra da Marginal Direita do Rio Sorocaba O ativista e o guarda caem. No chão, Rafael tem o pescoço pressionado pelas pernas do agente. Os demais manifestantes pedem que a ação seja paralisada, o que não ocorre. Dois guardas ficam com as pernas sobre o homem, no pescoço e na barriga, por pelo menos 15 segundos. Rafael Franco foi detido, levado ao plantão policial e liberado em seguida. Ao g1, o ativista explicou que a ação estava sendo feita por uma causa maior, a proteção da área de preservação permanente do Rio Sorocaba, e que, no momento em que caiu no capô do veículo, foi porque os agentes avançaram contra o grupo. "É pelo futuro de Sorocaba a defesa da mata ciliar. Tem que dar visibilidade para a obra criminosa da marginal direita", disse Rafael. Em nota ao g1, a Prefeitura de Sorocaba afirmou que a GCM “agiu para garantir a livre circulação no local, após manifestantes impedirem a passagem de veículos utilizados por funcionários da obra”. Disse ainda que “não houve qualquer cerceamento ao direito de manifestação. Informa-se, ainda, que a ocorrência foi apresentada à Polícia Civil e será apurada pela autoridade competente”. O grupo Justiça Climática de Sorocaba, que participou do ato, foi procurado pelo g1 neste sábado. Também em nota, citou truculência e manifestou pesar pela situação. “(...) a GCM interveio de forma truculenta, aplicando uso de força desnecessária contra um dos manifestantes que, como mostrado nos vídeos, em nenhum momento apresentou resistência. O manifestante foi retirado do local à força e levado para a delegacia, onde teve acesso ao seu advogado e foi liberado após prestar esclarecimentos”, afirma o grupo “Manifestamos nosso pesar por todos os cidadãos que também se sentem atingidos por todo este episódio de violência, contra o ser humano e contra toda a natureza, e seguiremos na linha de frente contra a injustiça, sempre de forma pacífica, mas jamais passiva.” Irregularidades na licença ambiental Em agosto deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal a suspensão imediata das obras de construção da Marginal Direita em Sorocaba. O pedido faz parte de uma Ação Civil Pública que questiona a legalidade das licenças do empreendimento e tem como alvos a Prefeitura de Sorocaba e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O documento enviado à Justiça argumenta que a obra carece de estudos mais aprofundados sobre os danos ambientais provocados ao longo do percurso da nova via. Outro ponto destacado no relatório do MPF é a falta de menção à Associação Quilombola José Joaquim de Camargo nos estudos de impacto. A comunidade tradicional fica no perímetro afetado pelas obras e, por lei, deveria ter sido consultada. Audiência Pública discute impactos da construção da marginal direita no Rio Sorocaba Reprodução/TV TEM Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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