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Hortolândia lidera ranking de qualidade de vida na região, e Pedra Bela tem pior desempenho

Imagem aérea de Hortolândia (SP) Divulgação/Prefeitura de Hortolândia Hortolândia (SP) é a melhor entre as 31 cidades da área de cobertura do g1 Campina...

Hortolândia lidera ranking de qualidade de vida na região, e Pedra Bela tem pior desempenho
Hortolândia lidera ranking de qualidade de vida na região, e Pedra Bela tem pior desempenho (Foto: Reprodução)

Imagem aérea de Hortolândia (SP) Divulgação/Prefeitura de Hortolândia Hortolândia (SP) é a melhor entre as 31 cidades da área de cobertura do g1 Campinas no Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, que avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. 📲 Siga o g1 Campinas no Instagram Com 248 mil habitantes, Hortolândia lidera na região, com nota 70,02, pouco à frente de Campinas, com 70,00. No ranking nacional, as cidades figuram na 30ª e 31ª colocação, respectivamente. No outro extremo, está Pedra Bela, com 59,24. Na região, apenas ela e Pinhalzinho (60,97) tiveram desempenho abaixo da média nacional. Veja, abaixo, as notas das 31 cidades: 🔍 O que o índice mede (e o que ele não mede) O IPS não conta a quantidade de escolas, hospitais ou postos de saúde de um município. Ele olha para o resultado: se quem entrou na escola saiu com uma boa formação, se quem precisou de atendimento médico foi bem atendido, se as casas têm saneamento, se as ruas são seguras, se há oportunidades de trabalho e estudo. Para isso, o índice cruza 57 indicadores sociais e ambientais, todos retirados de bases públicas como DataSUS, IBGE, Inep, MapBiomas, Anatel, Cadastro Único e Conselho Nacional de Justiça. Os dados precisam ser recentes (no máximo cinco anos) e estar disponíveis para todos — ou quase todos — os 5.570 municípios brasileiros. Vídeos em alta no g1 Os indicadores são agrupados em três grandes dimensões, que respondem a três perguntas diferentes sobre a vida em cada cidade: 🏥 Necessidades Humanas Básicas: pergunta se as pessoas têm o mínimo para sobreviver. Reúne indicadores de nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal — como cobertura vacinal, mortalidade infantil, esgotamento sanitário, qualidade dos domicílios e taxas de homicídio. 📚 Fundamentos do Bem-Estar: mede se existem condições para as pessoas viverem mais e melhor. Entram aí o acesso ao conhecimento básico (Ideb, abandono e evasão escolar), à informação e comunicação (cobertura de internet e telefonia), à saúde e bem-estar (expectativa de vida, obesidade, suicídios, doenças crônicas) e à qualidade do meio ambiente (áreas verdes, emissões de CO2, desmatamento, focos de calor). 🎓 Oportunidades: avalia se as pessoas conseguem prosperar e exercer seus direitos. É a dimensão que mais sofre no Brasil. Reúne indicadores de direitos individuais (acesso à Justiça e a programas de direitos humanos), liberdades individuais e de escolha (acesso à cultura e ao esporte, gravidez na adolescência), inclusão social (paridade de gênero e raça nas câmaras, violência contra mulheres, indígenas e negros) e acesso à educação superior. Desempenho na região: Considerando apenas a nota em Necessidades Humanas Básicas, Lindóia é a cidade da região com maior avaliação (86,36), com Pedra Bela (64,48) com o pior desempenho. Já no Fundamentos do Bem-Estar, o município melhor avaliado é Vinhedo (79,81), e novamente Pedra Bela (67,86) apresenta o pior resultado. Em Oportunidades, Campinas aparece na liderança, com nota 50,66 - o que faz da cidade de 1,1 milhão de habitantes apenas a 415ª no Brasil no quesito. No outro extremo está Pinhalzinho, com nota 39,39. 📊 Como a nota é calculada Cada indicador passa por um processo estatístico que padroniza os dados — afinal, é preciso comparar taxas, percentuais, índices e valores absolutos vindos de fontes muito diferentes. Depois, os indicadores são combinados dentro de cada um dos 12 componentes, que por sua vez formam a média de cada uma das três dimensões. A nota final do município é a média das três dimensões. A pontuação varia de 0 a 100. Em 2026, a média do Brasil ficou em 63,40. Gavião Peixoto (SP), líder do ranking, marcou 73,10, enquanto Uiramutã (RR), última colocada, ficou com 42,44. LEIA TAMBÉM Cidade mais rural do estado de SP tem 450 km de estradas de terra e fica até 1 mês sem registrar mortes; entenda Pedra Bela (SP), na região de Campinas (SP), é a cidade com menor grau de urbanização do estado de São Paulo Fernando Evans/g1 VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

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